quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Necessidade de amor...


O amor de Deus é um assunto que nunca se esgota. Nenhuma mente humana jamais será capaz de penetrar nele…
Pense em todos os hinos e poemas que já foram escritos em louvor a Deus, nos livros que foram escritos, nas mensagens que foram pregadas e ainda assim não será suficiente. A vontade de Deus é que o Seu amor se manifeste em nossa vida! O mundo está morrendo por falta de amor, e somente os cristãos podem realmente suprir esta necessidade.
Jamais podemos perder o maravilhoso sentimento de que o amor de Deus por nós é absolutamente imerecido.
Devemos amar a Deus com um amor não dividido, obediente e adorador, não permitindo que nenhum rival divida o trono com Ele.
Devemos amar os nossos irmãos e nossas irmãs em Cristo sem distinções denominacionais ou rótulos religiosos. João declara que se não amarmos nossos irmãos que podemos ver, não poderemos amar a Deus, a quem não vemos.
Quando este for o nosso desejo espiritual, estaremos mais próximos do amor do Calvário (Extraído da obra Alone in Majesty, de William MacDonald).

Meditação 13/12/2012


O Homem do Século


Estava chegando ao mundo a verdadeira luz, que ilumina todos os homens. João 1:9

Entre as estrelas do século 20, nenhuma brilhou mais em minha opinião do que Albert Schweitzer. Ganhador do Prêmio Nobel da Paz, esse indivíduo concluiu o doutorado em três áreas totalmente distintas – teologia, música e medicina. Não o admiro, porém, por suas grandes realizações acadêmicas, mas por sua vida. Schweitzer abriu mão de uma carreira promissora para fundar um hospital missionário na África Equatorial Francesa.

No campo da teologia, Schweitzer ficou conhecido por sua obra clássica que surgiu na Alemanha em 1906 e mais tarde em português, sob o título A Busca do Jesus Histórico. Por aproximadamente 150 anos as mentes mais brilhantes da Alemanha empreenderam grande energia e especulação a fim de encontrar a resposta para a pergunta: “Como foi realmente o Jesus da Palestina do primeiro século? A obra-prima de Schweitzer examinou criteriosamente 91 “vidas” de Jesus nesse período. Com discernimento surpreendente, Schweitzer mostrou de que maneira escritor após escritor, que alegava apresentar o Jesus “real”, fez uma descrição com base em sua própria imagem. Na verdade, o livro de Schweitzer pronunciou “Icabode” [que significa “a glória se foi de Israel” (ver 1Sm 4:21)].

Na música, Schweitzer deu proeminência às obras de Johann Sebastian Bach. Mal podemos compreender isso hoje de tão famoso que se tornou Bach, mas sem Schweitzer ele poderia estar perdido no esquecimento do século 18.

Schweitzer, no entanto, no auge de sua fama, deixou tudo para trás – o sucesso, a segurança da carreira acadêmica, o conforto de sua terra natal. Abriu mão de tudo para fundar um hospital no meio da selva africana. Por quê?

O parágrafo final de sua intensa Busca nos dá uma dica: “Ele Se achega a nós como Alguém desconhecido, sem nome, como na antiguidade, junto ao mar. Ele foi ao encontro daqueles homens que não O conheciam. Ele fala conosco as mesmas palavras: ‘Segue-Me!’ E nos comissiona tarefas que precisa realizar em nossa época. Ele ordena. E àqueles que Lhe obedecem, sejam sábios ou simples, Ele Se revelará nas dificuldades, nos conflitos, nos sofrimentos pelos quais eles passarão em Sua companhia, e, como um mistério indescritível, eles aprenderão por experiência própria quem Ele é.”

Se você quer conhecer Jesus, apegue-se à Sua palavra. Obedeça-Lhe. Siga-O para onde Ele o conduzir, hoje, sempre.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Dicas


DICAS DE FILMES 


Chega o sábado à noite e os amigos estão reunidos, pensando em alguma atividade recreativa. Até que alguém sugere: "Que tal assistirmos a um filme?" Os demais concordam com a idéia e vão até a locadora para escolher um DVD. E agora? O que alugar? Que critérios utilizar?

"A escolha de um filme para assistir não é simplesmente uma decisão do tipo “o que faremos hoje à noite?” Essa é uma escolha que causa impacto em nossa vida espiritual. Portanto, antes de alugar um vídeo ou assistir a um filme pela TV, leve em consideração as dicas do capítulo 7 do livro "Os Bastidores da Mídia" do escritor Michelson Borges. Ou clique aqui para ler o "Em Foco" sobre as dicas para escolher bons filmes.

A maioria das dicas dos filmes contidas nesse setor foram publicados no site do escritor Michelson Borges e o mesmo autorizou a publicação no seu site Jovem Adventista. Você também poderá interagir contribuindo com seus comentários sobre os filmes.


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1SUBSTITUTOSV. Fortes                   
2MÃOS ABENÇOADASM. Borges
3O FAZENDEIRO E DEUSM. Borges
4CONQUISTA DE REISM. Borges
5QUASE DEUSESM. Borges
6DESAFIANDO GIGANTESM. Borges
7À PROCURA DE FELICIDADEM. Borges
8A SEGUNDA CHANCEM. Borges
9A PROVA DE FOGOM. Borges
10MADRE TEREZAM. Borges
11A VIRADAM. Borges
12DE PORTA EM PORTAM. Borges
13A ÚLTIMA DAS GUERRASM. Borges
14VÔO 93M. Borges
15RESGATE ABAIXO DE ZEROM. Borges
16HOMENS DE HONRAM. Borges










Meditação 12/12/2012


Graça e Mais Graça


Ó povo de Sião, que mora em Jerusalém, você não vai chorar mais. Como ele será bondoso quando você clamar por socorro! Assim que ele ouvir, lhe responderá. Isaías 30:19

Note o que Ellen White escreveu: “À medida que sua alma anela a Deus, mais e mais vocês encontrarão as infinitas riquezas de Sua graça. Ao contemplarem essas riquezas, vocês passarão a possuí-las, e revelarão os méritos do sacrifício do Salvador, a proteção de Sua justiça, a plenitude de Sua sabedoria, e Seu poder de lhes apresentar diante do Pai ‘imaculados e irrepreensíveis’ (2Pe 3:14)” (Atos dos Apóstolos, p. 567).

A noite pode trazer o choro, mas a alegria vem pela manhã (Sl 30:5). Deus promete não apenas enxugar nossas lágrimas ao fazer todas as coisas novas (Ap 21:4), mas também apagar da nossa mente as tristezas desta vida.

Você se sente depressivo, imaginando se um dia voltará a ser capaz de sorrir? Já passei por dias assim, dias em que por alguns instantes ficaria feliz se a vida simplesmente chegasse ao fim, tão insuportável era a dor que eu sentia. Deus, porém, me ajudou a enfrentar esses momentos. Em meu senso de desolação, clamei silenciosamente a Deus e descobri que a resposta dEle foi graça e mais graça.

Almejo que a experiência do salmista seja a minha experiência: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por Ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus?” (Sl 42:1, 2).

Novamente: “Ó Deus, Tu és o meu Deus, eu Te busco intensamente; a minha alma tem sede de Ti! Todo o meu ser anseia por Ti, numa terra seca, exausta e sem água” (Sl 63:1).

Clamo pela promessa da Palavra, reforçada pela declaração acima de Ellen White, de que aquele que anela Deus mais e mais encontrará as infinitas riquezas de Sua graça. Quero contemplar tais riquezas, isto é, o próprio Jesus, e vir a possuí-las. Quero revelar em minha vida os méritos do sacrifício do Salvador. Quero que Sua justiça me proteja. Quero ter a plenitude da Sua sabedoria. Quero a certeza do Seu poder em apresentar-me imaculado e irrepreensível diante do Pai.

Meu amigo, eu o convido a sair para este novo dia de mãos dadas com Jesus, com o coração voltado para Ele, confiante de que, no momento em que Ele ouvir, responderá.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Meditação 11/12/2012


Os Campos Ensolarados da Vida


Livraste-me da beira da morte, tiraste meus pés do abismo da destruição. Agora passeio livremente com Deus nos campos ensolarados da vida. Salmo 56:13, The Message

Cresci num lar que ficava nos limites da cidade. Bem atrás de nossa casa estendiam-se os imensos campos da fazenda leiteira, convidando-nos para empinar as pipas que nós mesmos fazíamos. Depois da fazenda, havia uma estrada e do outro lado uma grande planície que pertencia à base de abastecimento militar, mas aberta ao público. Uma árvore solitária se destacava naquele cenário, e perto dela havia uma quadra de concreto de 20 metros de extensão construída para jogar críquete. Arrastávamos o equipamento de críquete pela fazenda até chegar ao campo militar. Se andássemos mais um pouco, chegaríamos à plantação de trigo. Lembro-me de ter andado por ali, com o trigo quase da minha altura. Escolhi um bom lugar e deitei por cima do trigo. Fiquei ali, totalmente escondido do mundo, olhando para o céu. O zunido dos insetos era o único som que eu podia ouvir.

O sol australiano brilha forte. Toda vez que visito minha terra natal, esta é a primeira coisa que me chama a atenção: o brilho intenso da luz. Outro lugar que visitei que sempre associo à luz é a Irlanda. Não como os brilhantes raios solares da Austrália, mas uma luz de natureza mais suave e encantadoramente bela.

Nos dias de minha infância, eu caminhava despreocupadamente – sem chapéu, sem protetor solar. Hoje ainda caminho em campos ensolarados, mas com uma diferença: aprendi “a música dolente e imóvel da humanidade” (Wordsworth); senti o poder das garras gélidas da morte; espreitei o abismo da destruição. E o Deus da graça me concedeu a alegria e o conforto inexprimíveis de continuar passeando pelos campos ensolarados.

Na época em que fui aluno do Avondale College, na Austrália, o coral costumava entoar uma linda melodia: “Meu Deus e Eu” [HASD, 417]. Esse hino fala de uma pessoa que, segurando na mão de Deus, sai para caminhar pelos campos em Sua companhia. Eles conversam como bons amigos; riem juntos. Deus lhe conta a respeito dos planos que tem para a sua vida e, em seguida, o hino atinge o auge de sua letra ao falar do glorioso porvir, ocasião em que a Terra e seus curtos dias passarão. “Meu Deus e Eu” ainda caminharemos juntos, para sempre e eternamente.

Querido Deus, toma-me pela mão e caminha comigo hoje.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Meditação 10/12/2012


O Reencontro


Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou. Lucas 15:20

Aos quatro anos de idade, Reese Hoffa incendiou a casa de sua família. Para a mãe solteira, Diana Chism, ainda adolescente, aquilo foi a gota d’água para o que encarou como uma causa perdida em sua vida. Ela levou Reese e seu irmão, Lamont, para um enorme edifício com extensos corredores e muitas crianças, abraçou-os, entrou no carro e foi embora.

Reese por muito tempo esperou a mãe voltar ao orfanato, mas isso nunca aconteceu. Finalmente, separado do irmão e adotado por outra família, ele entrou contrariado para uma nova vida. A princípio, ficou relutante e confuso, mas se tornou um homem bem-sucedido.
Com 1,80 m de altura e 115 quilos, Reese Hoffa hoje é um dos melhores e mais divertidos lançadores de peso do mundo.

Por quase 20 anos, Reese tentou encontrar as peças que faltavam em sua história incompleta. Flashes de recordação, os únicos pertences que restaram de sua infância, cruzavam sua mente vez após outra. Movido pela dor e pela curiosidade, ele almejava conhecer e entender quem ele era. Quando viajava para participar de competições esportivas, vasculhava listas telefônicas locais à procura do irmão, Lamont. Não tinha a menor ideia do paradeiro de sua mãe biológica. Não sabia o primeiro nome dela, apenas que o sobrenome começa com C-h-i.

Enquanto isso, Diana, então bem casada e com a vida em ordem, também estava à procura do filho. Ela entrou em contato com a assistente social que havia arranjado a vaga para os filhos no orfanato, mas a assistente se recusou a dar informações. Diana começou a vasculhar recortes de jornal com notícias relacionadas a crianças e turmas de formandos, leu com atenção várias bobinas de microfilme, realizou inúmeras pesquisas na internet, mas tudo em vão. Assim, decidiu disponibilizar algumas informações na internet como última tentativa para encontrar o filho perdido.

Certa noite, Resse Hoffa, já em seu último ano na Universidade da Geórgia, recomeçou a longa busca por Lamont. Ele encontrou um novo site, informou a data e o local de seu nascimento e se deparou com uma mensagem: “Sou uma mãe à procura do filho que coloquei para adoção aos quatro anos em 1981, em Louisville, Kentucky.” Haviam se passado 19 anos desde que ela o havia deixado no orfanato. Diana Watts não conseguia conter o tremor das mãos ao pegar o telefone para ligar para o celular de Reese. As primeiras palavras que Reese conseguiu falar foram: “Sinto muito pelo incêndio.”

J.A

Da uma Olhada nesse video !! esse foi o acampamento do ano de 2011...
#embrevevideoacamp2013